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Ouvintes de rádio reclamam de interferências
 
 

Ouvintes de rádio manifestaram suas indignações contra interferências captadas nas faixas de radiodifusão. Duas cartas foram enviadas ao "Atividade DX", boletim mensal sobre rádio comunicações produzido desde 1982 pelo DX Clube do Brasil (DXCB).

O técnico em eletrônica Michel Viani, membro do conselho do clube, manifestou sua preocupação quanto às lâmpadas econômicas: "Eu que moro em região metropolitana, muito povoada, sinto na pele os efeitos da grande quantidade de dispositivos que causam ruídos fortes no rádio. E um dos que mais atrapalham são as lâmpadas econômicas de má qualidade e as fluorescentes com reatores eletrônicos, estes são uma praga para causar ruídos indesejáveis nos nossos rádios".

O professor Edwin Loboschi chegou a considerar o encerramento de seus projetos educacionais para construção de receptores caseiros devido o aumento no nível de ruídos: "já desliguei tudo e mesmo assim todo o espectro continua poluído desde OM até os 13m, só se ouve as emissoras mais próximas em OM o resto simplesmente acabou, é como se o serviço tivesse terminado no globo terrestre e só aquela chiadeira. Estou desconfiando do sistema de iluminação da rua (...)".

Em resposta, Renato Uliana escreveu na coluna "Rádio Contato": "Ultimamente com a utilização de fontes chaveadas e inversores em quase tudo (TVs, computadores, lâmpadas econômicas, cercas elétricas, carregador de celular, torre de celular, inversor, sistema de internet ADSL via cabo, etc...), em alguns casos ou localidades a escuta dessas faixas acaba ficando comprometida".

Renato também considerou a qualidade dos receptores comerciais: "Rádios modernos, feitos especialmente para radioescutas, possuem um filtro de IF mais estreito ajudando na redução de muitas interferências ou até eliminando-as. Alguns possuem recursos mais sofisticados tais como detector síncrono, o que ajuda ainda mais".

Acompanhe aqui os textos completos.

O GDE/LABRE defende que equipamentos eletroeletrônicos não-telecomunicações sejam obrigatoriamente certificados quanto quesitos internacionais de compatibilidades eletromagnéticos. Independente destas leis, nenhum equipamento não-telecomunicação pode causar interferência prejudicial em serviços licenciados de rádio, cabendo denúncia e ação por parte da ANATEL.

Sobre o DXCB

O DX Clube do Brasil foi fundado em outubro de 1981 com objetivo de congregar interessados no hobby da radioescuta de longa distância. É um dos mais tradicionais grupos do gênero em atividade no cenário internacional. Há 30 anos produz o boletim impresso Atividade DX, além de manter fóruns de discussões voltados à radioescuta em OM/OT/OC, FM/teledifusão, sinais utilitários em LF/HF/VHF e montagens eletrônicas.

O clube também realiza encontros anuais, DX Camps e produz programas sobre comunicações veiculados pela Rádio Transmundial, Rádio Aparecida e a Voz da Rússia.

Atualmente o DXCB mantém parceria com a LABRE/SP no compartilhamento de artigos, identificação de radioescutas e bureau para troca de cartões QSL.

Para maiores informações visite http://www.ondascurtas.com

 
Assessoria de Imprensa LABRE
09 de julho de 2012
     
 
 
 

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